Sábado, 28 de Janeiro de 2012
   
Textos

Procure no Mecanismo de Busca

image image image image
A Região do Cambuci A região do Cambuci possui atributos únicos e qualidades especiais que a distinguem das demais regiões da cidade. Plena de potencialidades, hoje o bairro do Cambuci significa um ponto privilegiado com participação na cultura, história e desenvolvimento urbano da metrópole paulista.
Como Surgiu a Revista A Revista do Cambuci® surgiu da iniciativa de um grupo composto por moradores nascidos na região oriundos de famílias tradicionais, típicas do bairro. Este projeto consiste em disponibilizar uma revista eletrônica sobre o bairro, visando contribuir para a melhoria da qualidade de vida na região.
Divulgue a Sua Marca Você possui a oportunidade de anunciar na Revista do Cambuci®, que disponibilizará em suas páginas um espaço publicitário com direcionamento para seu Site ou HotSite contendo todas as informações mais importantes sobre a sua marca, empresa e produtos. Consulte-nos Agora
Você Pode Interagir A Revista do Cambuci® tem por objetivo disponibilizar informação com qualidade e confiabilidade para a comunidade. O portal possui uma estrutura intuitiva e pronta para receber sugestões, informações e artigos dos leitores, mesmo quando há necessidade de edição ou complemento.
Mover
-

Memórias do Cambuci

Império do Cambuci: História de Samba

A escola nasceu em 13 de maio de 1963, de uma conversa entre Silval Rosa e Do Carmo, quando resolveram provar que era possível "tirar samba no Cambuci", um bairro que não tinha muita tradição de samba. Estes sambistas eram dissidentes da Peruche, Lavapés e Garotos do Ipiranga. A sede seria a casa de Osvaldão e da Lurdinha, na Rua Independência, 65 e os ensaios no próprio quintal da residência. Nascia assim uma Escola de Samba e um clube de futebol, com tanta organização e estatutos perfeitos, que conseguiu até receber verba como incentivo do governo. Suas cores são vermelha e branca e foi a primeira escola de samba paulistana a adotar uma Águia como símbolo. Presidida por Sinval que era passista e ritmista da Peruche e baliza do Brinco de Ouro da Padre Machado (Vila Mariana) a escola logo conquistou seu espaço no carnaval de São Paulo.

Em 1964 começou a desfilar nos carnavais dos bairros, em 66 a escola sobe para o Grupo II, em 69 para o Grupo I. Esteve no desfile principal de 70 a 76, 78 e 79. Costumava, em seus enredos, apresentar muitos temas relativos à história do Brasil. Sua tradicional bateria também já foi uma das melhores de São Paulo no tempo de Mestre Rubinho.

Destacam-se sambistas na história como Benê do Pandeiro, Borba, Silvio Modesto, Nelson Crescibeni, Osmar César deCarvalho, Zé Maria, Mestre Batucada entre outros. A escola no decaiu a partir dos anos 80, perdeu a quadra na Avenida Ricardo Jafet, onde de um lado era a sua quadra, do outro lado da rua, era a verde e rosa da Vila Mariana.

Leia Mais...
Rua Independência

Nos tempos de D. Pedro I, ia-se de São Paulo para Santos, através de uma estrada que seguia pelas atuais Rua da Glória, Lavapés e Independência. Por volta de 1860, o trajeto da estrada para Santos passou a feito pelo leito da atual Rua Vergueiro, e o trecho da estrada velha correspondente hoje à Rua Independência tornou-se conhecido como Estrada do Ipiranga. No começo do século XX, surgiu uma primeira Rua da Independência, hoje integrada à Avenida Dom Pedro I, e que se iniciava exatamente no final da Estrada do Ipiranga. Esta, por sua vez, ganhara o nome de Estrada da Independência, depois renomeada como Rua Independência.

Leia Mais...
O Futebol: da elite para o povão

O futebol foi trazido ao Brasil pelos ingleses, no final do século 19. Era, à época, considerado esporte de elite e a organização de campeonatos era restrita aos clubes elegantes da cidade. O bairro do Cambuci exerceu o pioneirismo de criar os primeiros times de várzea, estimulando a formação de clubes e organizando campeonatos entre grupos formados nas Uniões Operárias, como eram chamados os primeiros sindicatos formados no Brasil. A partir de então, já o chamado "esporte bretanho" perdia o seu cunho elitista e se transformaria no mais popular do país. Em 1922, a Portuguesa de Desportos adquiriu o campo de futebol da União Artística e Recreativa Cambuci, situado na Rua Cesário Ramalho, nº 25, Lavapés e que havia sido construído em terreno da prefeitura. No local já havia muros, pavilhões, cercas, campo gramado e arquibancada, mas foi apenas em 1925 que a APEA oficializou o estádio, permitindo o uso público.

Leia Mais...
O Largo do Cambuci

Ao alvorecer do século 20, o Largo do Cambuci marcava o limite da região mais urbanizada de São Paulo. Ali, ainda há pouco, era a chácara do Dr. Clímaco, mas à partir de um larguinho ainda mais humilde, chamado de Largo do Pote, o Largo do Cambuci se desenvolvera tanto que,  já em 1901 recebia o bonde elétrico número 22, com o seu nome no letreiro. A chácara do Dr. Clímaco resultara do loteamento de uma propriedade muito maior, a Chácara da Glória, cuja sede ficava nas esquinas ruas Clímaco Barbosa e José Bento. Loteada a Chácara da Glória, em 1887, foi transformada em núcleo colonial, origem do bairro da Glória, localizado na espécie de triângulo formado pelos antigos leitos dos rios Cambuci, Ipiranga e Tamanduateí. Não demorou muito e o bairro do Cambuci, oficializado em 1903, anexou o bairro da Glória.

Leia Mais...
A Igreja Nossa Senhora da Glória

A igreja de Nossa Senhora da Glória começa a ser construída em 1884 com a finalidade de abrigar a sede da confraria de N. Sra. da Glória, conforme a que existe no Rio de Janeiro. Porém o movimento não seguiu em frente e a família de Dona Eulália Assumpção e Silva terminou de construí-la, em 1893.  A igreja está localizada na colina ao lado da Capela de Nossa Senhora de Lourdes, cuja construção data de 1870, também efetuada pela família D’Assumpção, os dois templos religioso da região já no início do século XX. Após o início das obras da igreja em estilo gótico feudal, a família D’ Assumpção doou o terreno à Mitra do Arcebispado de São Paulo, que posteriormente abria o templo à população local.

A imagem de N. Sra. Da Glória que encontra-se no interior da igreja é a tradicionalmente venerada pelos portugueses, cuja particularidade é a virgem com o menino nos braços. Outra imagem semelhante encontra-se na igreja do Largo São Francisco em tamanho menor. Em março de 1895 é criada a paróquia de São Joaquim por Decreto de D. Joaquim Arcoverde bispo no Rio de Janeiro que posteriormente torna-se o famoso Cardeal Arcoverde, o primeiro da América do Sul.

A paróquia de São Joaquim do Cambuci funcionava provisoriamente na igreja da Glória até que sua sede fosse construída no Morro Vermelho, localizado entre as ruas Tamandaré e Vergueiro, na antiga Capela de Santa Cruz, que seria demolida para dar lugar à nova paróquia. Lá foi colocada a pedra fundamental em 5 de abril de 1896.  Como o projeto da Igreja de São Joaquim não se concretizou, a sede da paróquia permanece na igreja da Glória.

Leia Mais...
O Reduto dos Imigrantes

Há pouco mais de cem anos, o Cambuci não passava de um pacato pouso de viajantes e tropeiros que seguiam pelo antigo Caminho do Mar, ligação do litoral ao planalto paulista. A riqueza produzida pelo ciclo do café, e a política do governo brasileiro de atrair imigrantes para substituir a mão de obra escrava, gerou um grande fluxo de trabalhadores europeus para a capital de São Paulo. O bairro do Cambuci acolheu grande leva desses imigrantes que, desembarcando no porto de Santos, acomodavam-se em pensões e vilas em bairros paulistanos como o Cambuci. Nas duas últimas décadas do século XIX, ocorreu um processo natural de agrupamento da população estrangeira que, ao redor da antiga Chácara da Glória, criou condições para a formação do bairro.

A existência das várzeas, com seu nítido caráter operário, em razão da proximidade e concentração das primeiras industrias que vieram a formar o grande parque fabril da capital de São Paulo, aumentou as condições de reunião desses imigrantes. Não existindo qualquer infra-estrutura pública, a própria população trabalhadora abria ruas e erguia casas, transformando a paisagem urbana da região, o que favoreceu um considerável adensamento populacional. Em maio de 1900, a chegada do bonde elétrico da empresa inglesa Light & Power causou um grande alvoroço. 

Os antigos veículos puxados a burro estavam com seus dias contados. No Cambuci, a Light instalou suas Oficinas Gerais, criando emprego para grande parcela da população. Aos poucos, consolidava-se o perfil do bairro: um misto de residências, comércio e serviços que, por sua relativa proximidade ao centro da cidade, permaneceu com essas características até os dias atuais. Alguns dos festejos religiosos mais tradicionais da cidade tiveram início no bairro do Cambuci.

Leia Mais...
Cambuci: Uma história de força

Pode-se dizer que a história do Cambuci começou junto com descobrimento do Brasil. Nos primeiros anos da colonização portuguesa, a região era rota dos jesuítas, como aconteceu com o distrito da Lapa. Mesmo com uma narrativa tão antiga, pouco se sabe sobre sua fundação. Seu nome, por exemplo, tem duas explicações diferentes. Uma corrente afirma que Cambuci é uma árvore da espécie das Miractáceas, muito comum na região naquela época. Outros afirmam que o nome tem origem tupi-guarani e significa pote. Divergências à parte, o certo é que um dos primeiros pontos marcantes do bairro é a conhecida Igreja da Glória. A construção, que representa a beleza da arquitetura colonial, começou como uma pequena capela. Anos depois, passou a ser chamada de Santa Cruz da Glória, nome dado pelos viajantes que passavam pelo local. O caminho usado pelos viajantes ficou conhecido como Caminho da Glória. A área ganhou novas vias: era o começo da urbanização. A chegada dos imigrantes – muitos deles italianos, portugueses e espanhóis –, deu início à formação de uma comunidade na região. 

Alguns conflitos marcam a história do lugar. Em 1930, parte da oposição ao governo estava radicada no bairro. Anos mais tarde, o movimento dos estudantes de Direito da Faculdade do Largo São Francisco ganhou a simpatia dos moradores do Cambuci, o que provocou um incêndio na delegacia do bairro e a libertação de dezenas de presos. A maioria dos habitantes era composta por operários e pessoas das classes média e média baixa, que se revoltavam constantemente contra o governo.

Mas o bairro não é lembrado apenas pelo movimento revolucionário. Com seu charme natural, ele já foi endereço de personalidades, como o artista Alfredo Volpi, autor das pinturas que ornamentam a Igreja da Glória. O mestre sempre viveu na região e tinha 92 anos quando faleceu.

Leia Mais...
Rua Lavapés

Legalmente, a rua Lavapés existe desde 1855. Sua história vem de muito mais tempo, porém, pois já servia há a décadas como um dos trechos da velha de estrada de Santos. Não obstante, quiseram fechá-la, nove anos após a sua oficialização. No dia 30 de junho de 1864, os vereadores da época tomaram conhecimento de um documento do Provedor da Irmandade da Santa Casa "remetendo cópia da informação prestada por um dos membros daquela irmandade a respeito da pretensão de Antonio Joaquim Tavares Rodovalho, sobre arruamentos de terrenos e ruas pertencentes àquela instituição". Era a ameaça ao fechamento da rua. Assinava o ofício o Barão de Iguape, provedor da Santa Casa, então sediada próximo, na Chácara dos Ingleses (hoje praça Almeida Jr.) e proprietária de terrenos adjacentes. Apesar da querela envolver gente graúda da época, a Câmara Municipal não se intimidou. Doze dias depois, uma comissão especialmente formada respondia que "a rua Lavapés existe desde 1855, e à Câmara Municipal incumbe evitar o fechamento de ruas decretadas e já abertas como essa". Acrescentava "...não querendo agora a Santa Casa chegar a um acordo acerca da conservação dessa rua, cumpre agora à Câmara Municipal manter os seus direitos legais ou judiciais..."

Leia Mais...
O Riacho Cambuci

Cambuci, Aclimação e alguns outros bairros de São Paulo brotaram no solo de duas enormes e antigas propriedades, a Chácara da Glória e o Sitio do Tapanhoim. Separava-os o riacho que acabou por legar o seu nomes ao bairro. A partir do antigo Caminho do Carro (rua Domingos de Morais), o riacho Cambuci vinha desembocar no rio Tamanduateí, acompanhado em todo o seu trajeto, pela Chácara da Glória à direita, e pelo Sítio do Tapanhoim, à esquerda, Na altura da atual rua Luís Gama, o riacho cortava a Estrada de Santos, sob cujo leito assentaram-se as ruas Lavapés e Independência. Naquele ponto, havia uma ponte que serviu de travessia a D.Pedro I após o grito da Independência, na volta de sua viagem a Santos.Com a inauguração de uma nova estrada, porém a primitiva via, mutilada em suas funções, passou a ser apenas a Estrada do Ipiranga. E, provavelmente, sem os maiores cuidados de outrora, a velha ponte viveu seus últijos longos dias a clamar por reparos, mesmo anos depois da abertura da rua Luís Gama, em 1882. Por esse tempo, a região do Sítio do Tapanhoim já tornara conhecida pelo nome de Cambuci. O grande latifúndio fôra dividido em várias chácaras que, por suas vez, começaram a ser retalhadas para a abertura dos primeiras ruas do bairro. A parte do outro lado da ponte, porém, continuava a ser conhecido como Chácara da Glória e, também, Pastos da Glória. Anos depois, a chácara foi loteada, seguida da incorporação da área do bairro. O nome Cambuci, primeiramente dado ao riacho, designava também um morro na região de São Paulo.

Leia Mais...
Memórias do Cambuci

A atual rua Espírita, que começa no Cambuci e avança para a Aclimação, surgiu de uma primitiva trilha conhecida como "caminho que vai para o Cambuci". É que, para os antigos paulistanos, o atual bairro do Cambuci tinha uma configuração algo diferente. Ainda não existia a Aclimação e grande parte de sua área atual era conhecida pelo nome do Cambuci. Sua criação só se deu em 1921. A região da rua Lavapés, onde a rua Espírita começa, tinha o nome de bairro do Lavapés. Explica-se assim porque os paulistanos antigos chamavam aquela trilha, sobre cujo leito corre a atual rua Espírita, de "Caminho para o Cambuci". A trilha saía do antigo bairro do Lavapés (hoje quase esquecido) para um lugar denominado Cambuci, que só bem mais tarde ganhou o nome de Aclimação. Também a área do largo do Cambuci em diante ainda não fôra integrada ao bairro. Designavam-na como Chácara da Glória, grande propriedade então existente.  

Leia Mais...
Cinemas do Cambuci

Cambuci — Rua Clímaco Barbosa, 5 (antigo), correspondente ao número 61 atual. Nasceu em 1927, foi contemporâneo do Guarani. Desapareceu no começo dos anos 50. No seu lugar hoje está uma agência da Nossa Caixa.
Salão Guarani — Rua Lavapés,13 (antigo), próximo ao número 77 atual. Durou pouco, mas teve a honra de ser o primeiro cinema do bairro e da região. Fundado a 26 de dezembro de 1908 pelo sr. Hermetto Rigotti, tinha cadeiras austríacas de palhinha. Maria José — Rua José Bento, onde hoje é o quartel do Corpo de Bombeiros. Houve um charivari dos diabos entre os convidados à sua inauguração no dia 1º de maio de 1913. O que era para ser uma festa terminou com várias pessoas feridas. Nascido assim sem sorte, o Maria José pouco durou e o seu terreno logo foi assumido por uma repartição oficial.

Teatro Guarani — No Largo Cambuci, onde hoje é Supermercado Pão de Açucar . Fundado pelo sr. Nicola Tetani a 3 de julho de 1913. Entremeava as apresentações de filmes com shows musicais. Funcionou até a década de 30.

Independência — Largo do Cambuci (localização exata não identificada). Era um barracão improvisado em cinema que sofreu um incêndio em agosto de 1913. Voltou a funcionar por mais algum tempo ainda.

Itapura — Glicério, 53, perto da rua Oscar Cintra Gordinho. Fundado em 1952, foi o último cinema do Cambuci. Ficava próximo ao Parque Shangai, centro de diversões muito procurado até a década de 60, com o seu trem-fantasma, sua roda gigante, uma barquinha que após escalar vagarosamente uma armação precipitava-se com os seus passageiros para um lago. Na frente do Parque Shangai, havia um enorme boneco de mulher em permanente acesso de gargalhadas. Apesar dessa concorrência, o Itapura conseguiu chegar até os anos 70.

Leia Mais...
Alto do Cambuci

Antes da criação do bairro, em 1921, o lugar hoje conhecido como  Aclimação era chamado de Alto do Cambuci. Constituía-se de acordo com o "Almanach D´O Estado de São Paulo de 1916", agradável excursão, de automóvel, principalmente à noite, avistando-se do planalto, ainda desabitado, um belíssimo aspecto da cidade. Em circuito de automóvel, atravessam-se os bairros da Liberdade, Paraíso, Vila Mariana, Jardim da Aclimação e Vila Deodoro, regressando-se à cidade pelo Cambuci, ou vice-versa.

Leia Mais...
Casinholas do Cambuci

São Paulo já despontava, no final do século XIX, mas a "gente da cidade" considerava o Cambuci uma colônia agrícola, segundo testemunhos da época. Então, tudo mudou. A rua Lavapés, há pouco considerada fora da zona urbana, de repente, ficou dentro da cidade. Em 1901, o bonde elétrico no.23 chegou ao recém-aberto Largo do Cambuci.  

Leia Mais...

Recuse as Imitações!

Controle Parasitário

A concorrência parasitária consiste no aproveitamento do esforço intelectual ou econômico alheio, ainda que possa ou não criar o risco de confusão entre serviços oferecidos pelas empresas.

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Câmera Paulista

Novos Destaques

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
  • 11
  • 12

Sua Opinião

O que você acredita ser mais importante para a melhoria do nosso bairro?








 

Radar Cambuci

Agora com 112 Convidados na Revista do Cambuci

Twitter Facebook Youtube Orkut

Área Especial